domingo, 19 de junho de 2016

Pensando Afroteologicamente as religiões de matriz africana

O estudo teológico nos incita a pensar a nossa espiritualidade de forma lúcida e inteligente. As várias Teologias que se apresentam nos dias de hoje nos mostram definitivamente que há a possibilidade de se pensar teologicamente de acordo com os recortes em que as estruturas sociais se apresentam. Já não é mais concebível se pensar que a Teologia é de exclusividade do Cristianismo, outras tradições religiosas vêm despontando com relativa isonomia diante desta área do conhecimento que há dois milênios vem sendo desenvolvida academicamente. Agora é a vez das Tradições de Matriz Africana como o Batuque e o Candomblé também refletirem sobre sua própria espiritualidade. Este artigo apresenta possibilidades de construção de uma Afroteologia a partir de elementos epistemológicos negro-africanos, mas instrumentalizados por conceitos da Teologia hermeneutizadas para essa realidade.


Leia o artigo completo clicando AQUI:


Ao citar este texto use a seguinte referência:

SILVEIRA, Hendrix. Pensando afroteologicamente as religiões de matriz africana. Cadernos da ESTEF. N. 56. 2016/1. p. 89-102.

5 comentários:

Luiz L. Marins disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luiz L. Marins disse...

Saudações.

Parabéns pelo texto da Soter e da Estef.

Sugiro reconsiderar o conceito que Òrúnmìlà "é a mais importante divindade ioruba", pois talvez seja apenas a visão dos Orunmilaístas/Ifaístas.

Segundo o babalaô Ifatokun de Òyó, conforme os vídeos publicados pelo ÀSÀ ÒRÌSÀ ALÁÀÀFÍN ÒYÓ (http://asaorisaalaafinoyo.wordpress.com) ... a principal e mais antiga divindade ioruba é Obatala, sendo Òrúnmìlà o mais novo, na fala do babalaô.

Outrossim, o texto contribui com muitos esclarecimentos.

Hendrix Silveira disse...

Foi o Babalaô Wande Abimbola quem disse que Orunmilá é a principal divindade.

Luiz L. Marins disse...

Àse ...

Na visão dele, porque é adepto de Orunmila.

Em Oyo, Orunmila não tem este status, além de ser o mais novo.

Acrescentando, o eerindinlogun é mais velho que o ikin, segundo o babalaô Ifatokun (Oyo).


Ire o!

Hendrix Silveira disse...

Sim, claro, quando citamos um autor estamos dizendo que esta é a visão dele sobre um assunto e que certamente outros autores podem ter visões diferentes. Não existe verdade absoluta. Isso é um pressuposto de qualquer texto científico.

Àse

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